GAZETILHA
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Quem ninguém
se engane. Dois dados veiculados pela mídia mundial e nacional,
nessa semana, têm tudo a ver um com o outro. Apesar do empenho
dos que tentam desvinculá-los.
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A junção
dessas duas realidades simboliza a máxima consagrada pelos
malandros caboclos: criar dificuldades para vender facilidades.
É o ambiente que abre espaço para a corrupção.
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Pesquisa tradicional do Banco Mundial sobre o ambiente de negócios
no mundo, deixa mal o Brasil no ranking dos países que facilitam
ou dificultam a vida das empresas. |
Nota-se
que tanto o excesso de burocracia quanto o espaço para a corrupção
não são atributos de determinado estágio de desenvolvimento,
de países pobres ou emergentes.
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Outro levantamento
igualmente tradicional, feito pela ONG Transparência Internacional,
deixa outra vez mal o País na foto. Desta vez, pioramos em relação
ao ranking da corrupção. |
Há exemplos fartos, mundo afora. Por perto, temos o Chile. O
nó a ser desatado tem a ver com conceitos básicos como liberdade,
educação e aplicação da justiça (no caso, o castigo). |
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Cresce
lobby contra os biocombustíveis
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Enquanto eram vistos como devaneios de cientistas e ambientalistas,
eles não sofreram contestação. Agora que ganham força e se apresentam
com reais possibilidades de influir na matriz energética mundial
e virarem commodities, eis que os biocombustíveis começam a enfrentar
críticas e o cerco dos poderosos lobbies organizados em torno de
outras fontes de energia, em especial as fósseis. Alimento ou combustível
é um falso dilema. E eles sabem.
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