| À
projeção do Banco Central de que a oferta de crédito atinja, este
ano, 40% do PIB, nível recorde, embora ainda longe de paises desenvolvidos,
nos quais esse índice chega a 110%. |
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INVESTIMENTOS DO PAC CERTAMENTE VÃO AJUDAR, MAS É PRECISO MAIS DO
QUE RECURSOS PARA TIRAR DO ATRASO OS PORTOS BRASILEIROS, UM SÉRIO
ENTRAVE AO RITMO DE DESENVOLVIMENTO DO PAÍS. OS NÚMEROS NÃO MENTEM:
O PORTO DE CINGAPURA, O MAIS PRODUTIVO DO MUNDO, MOVIMENTA 100 CONTAINERS
POR HORA AO CUSTO DE US$ 70 CADA, ENQUANTO O PORTO DE SANTOS, QUE
ESCOA 28% DAS NOSSAS EXPORTAÇÕES, MOVIMENTA 40 AO CUSTO UNITÁRIO DE
US$ 250. PARA LIBERAR CARGAS DE EXPORTAÇÃO, DEMORA-SE AQUI 39 DIAS
E SÃO NECESSÁRIOS 20 CARIMBOS. O BRASIL OCUPA O PENÚLTIMO LUGAR, ENTRE
46 PAÍSES, EM COMPETITIVIDADE DOS PORTOS, NA FRENTE SÓ DA ÍNDIA. |
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À desfaçatez do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, gal.
Jorge Félix, ao se negar a depor na CPI dos Cartões alegando viagem
ao exterior de férias. Dava outro motivo, não é? |
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FILME
VISTO – Tudo bem que um pito do presidente Lula conteve o ímpeto
do ministro Guido Mantega de limitar o crédito, freando a inegável
inclusão social estimulada pelo Governo, mas aqui entre nós: ambos
prometeram, em alto e bom som, que não haveria aumento de impostos
para compensar a CPMF e fizeram o contrário dias depois. Dá para
confiar?
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MARINHAGEM
Muita
gente boa já gravou a obra-prima As vitrines, de Chico Buarque,
mas a melhor versão é de Paulinho Moska, só voz e violão, no disco
8 do songbook produzido por Almir Chediak.
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Perdas
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| O chamado demourage
(custo do tempo do navio parado no porto) faz o Brasil perder US$
1 bilhão/ano só com os embarques do agronegócio. Se houvesse infra-estrutura
para navios de maior calado, se economizariam 20% dos US$ 6 bilhões/ano
gastos com fretes. |
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Descalabro
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| Arnaldo Jabor tem razão:
a incompetência e insensibilidade dos dirigentes e políticos cariocas
são tamanhas, com o recorde de casos e meia centena de mortes por
uma doença facilmente diagnosticável e evitável, como a dengue,
que o Rio de Janeiro merece ser incluído na agenda das grandes questões
nacionais, como a Amazônia e o Nordeste. Céus, quanto descalabro!
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Fe$ta
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O
dólar barato continua fazendo a festa do viajante brasileiro,
que gastou lá fora, no acumulado dos 12 meses até fevereiro, nada
menos do que US$ 8,9 bilhões, contra US$ 5,1 bilhões do turista
gringo aqui, segundo o BC. Resultado: déficit elevado no item
viagens internacionais
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