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À atuação de Garibaldi Alves no Senado, ouvindo as vozes da rua e
cumprindo a ferro e fogo o fim do nepotismo decretado pelo STF. Quem
diria, hein, com a aparência pacata e de sotaque? |
| SE
OS BANCOS BRASILEIROS ESTÃO SÓLIDOS, COMO DEMONSTRARAM MANTEGA E MEIRELLES
EM SUAS EXPOSIÇÕES NO POUCO CONCORRIDO PLENÁRIO DA CÂMARA, NA TERÇA,
EM QUE MANTEGA FOI BEM MAIS DIDÁTICO; SE AS DEZ MAIORES CONSTRUTORAS
REGISTRARAM LUCRO LÍQUIDO DE R$ 1,2 BILHÃO NO SEGUNDO TRIMESTRE, É
DE SE DESCONFIAR QUE A VASTA ESTATIZAÇÃO ABERTA PELA MP 443 VAI MUITO
ALÉM DE UMA PROVIDENCIAL MEDIDA PREVENTIVA. NÃO HÁ DÚVIDA: O GOVERNO
DO PT APROVEITOU A GRAVE CRISE ECONÔMICA , QUE NÃO É MAIS MAROLINHA,
PARA POR EM PRÁTICA, ENFIM, O VELHO DISCURSO ESTATIZANTE. É O MELHOR
DOS MUNDOS: BB COMPRANDO BANCOS E A CAIXA O QUE QUISER. |
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Ao retorno à cena de Renan Calheiros, conspirando, por puras razões
pessoais, contra Tião Viana na presidência do Senado, como se fosse
possível ao PMDB dominar as duas Casas. |
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TRÉGUA
– O desembarque da crise econômica no País parece ter imposto
uma trégua às eternas querelas entre Guido Mantega e Henrique
Meirelles. Os dois pareciam ter ensaiado à exaustão as exposições
e as respostas à Oposição despreparada na Câmara, na terça, tão
afinados estavam. Pareciam Chitãozinho e Xororó.
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MARINHAGEM
Descontando-se
a apropriação do genial Câmara Cascudo, já feita pelo governo
(“O melhor do Brasil é o brasileiro”), é bonito o comercial de
João Gilberto para a Vale.
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Fenômeno
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| A
MP 443 vai provocar fenômeno inédito na ciência econômica: a teoria
do pleníssimo emprego em grave crise. È simples: com o aparelhamento
do Estado ocorrendo há seis anos, todos os petistas já estão empregados.
Com BB e Caixa estatizando, vai sobrar vaga à beça. |
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Emoções
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| Este domingo
eleitoral promete emoções ao menos no Rio, Belo Horizonte e Salvador,
capitais em que a disputa está renhida. Apuradas as urnas no fim
do dia, as perspectivas de 2010 para Aécio Neves, Geddel Vieira
Lima, Jaques Wagner e Sérgio Cabral não serão mais as mesmas. |
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Força
Jovem
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Nada
como a juventude, sempre idealista. Pesquisa do CIEE, ONG que
possibilita estágios a estudantes, revela que 82% deles acreditam
poder mudar os rumos da política, seja cobrando mais dos candidatos
em quem votam (72%) ou candidatando-se a cargos públicos (10%).
Exatos 59% se lembram em quem votaram. É edificante, apesar dos
Severinos e Renans.
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