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NO
CAFÉ DA MANHÃ QUE TOMOU COM O PRESIDENTE LULA, NESSA SEMANA, O
GOVERNADOR DE MINAS, AÉCIO NEVES, NÃO TRATOU APENAS DE CPMF, COMO
NOTICIARAM OS JORNAIS. ENTROU NA PAUTA A SUCESSÃO PRESIDENCIAL.
SEM CANDIDATO NATURAL EM 2010, LULA QUER ATRAIR AÉCIO PARA O SEU
PALANQUE. O PROBLEMA É O PT QUE NÃO DÁ TRÉGUA PARA O GOVERNADOR
MINEIRO. MAS LULA NÃO ESTÁ DANDO BOLAS PARA O PT.
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LABORATÓRIO MINEIRO
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Embora eleito
presidente da CCJ do Senado, Marco Maciel(PE) não pode ser considerado
peça fora do baralho para presidir o Senado, numa eventual degringolada
de Renan Calheiros. Segundo o regimento, ele pode renunciar ao
cargo para assumir o lugar de Renan, se seu nome, evidentemente,
vir a representar o consenso.
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PAINEL
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No balanço que o Governo apresentou sobre o Bolsa-Família, um
dado parecer ter cheiro de escândalo: 33 mil contemplados com
a renda mensal têm nível superior. Ora, o que esse Governo está
fazendo que não acaba essa imoralidade?
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Muito estranho o pedido de licença por quatro meses apresentado
ao Senado pelo senador alagoano Fernando Collor de Melo (PTB).
Na verdade, o que se diz nos bastidores é que ele está fugindo
de um provável julgamento de Renan, deixando o abacaxi para o
seu suplente.
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O presidente da Infraero, Sergio Gaudenzi, anunciou a degola de
todos os superintendentes estaduais da estatal e garantiu que
só nomeará gente do quadro. O estranho é que seus dois primeiros
auxiliares nomeados não pertencem a Infraero. Dois pesos, duas
medidas? Se começa assim, fica sem moral para justificar próximas
nomeações.
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Por falar em Aécio Neves, o seu Governo em Minas virou, verdadeiramente,
um laboratório de boas idéias e referências para outros Estados.
Por ali, já passaram quatro dos nove governadores do Nordeste
colhendo experiências bem-sucedidas. O último foi o de Pernambuco,
Eduardo Campos(PSB), que está tentando promover no Estado o ajuste
fiscal com base no modelo mineiro. Como presidenciável, não deixa
de ser um tremendo marketing para Aécio, que circula com desenvoltura
pelos Estados e se mostra aberto para as alianças necessárias
em eventual corrida ao Planalto.
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