Pérolas
Cultivada pelo humorista Max Nunes:
“Houve um tempo no Brasil que todo mundo andava liso. É hoje”.
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Zefinha
“Todo aquele espaço no Recife Antigo, onde a Prefeitura
implanta sua Folia Multicultural, era quase todo ocupado
antigamente pelos cortiços da Zona. “Assim o cronista
Robson Sampaio, da Folha de Pernambuco, se reporta ao
meretrício, que era visitado de vez em quando naquele
tempo, pelo velho Javé de Lagoa dos Gatos. Um dia, foi
apresentado a uma coisinha nova egressa da cidade de Nazaré
da Mata. Logo na caminhada para o quarto, Javé perguntou:
- “Me diga se você faz o que Zefinha faz?”. Zeza baixou
a vista e sorriu de mansinho. Nas arrumações para início
dos trabalhos, Javé repetiu a perguntou por três vêses.
Na quinta ou sexta indagação, Zeza não se conteve e explodiu:
- “ Finalmente, o que é que essa Zefinha faz?”. O velho
Javé educadamente respondeu: - Ela faz fiado!
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Pernambuco,
você é meu!
O
registro da palavra “ Frevo”, como corruptela do verbo ferver e
marca original de um binário genuinamente da música pernambucana,
pertence ao jornalista Paula Judeu, do Jornal Pequeno, aos idos
de fevereiro do ano de 1907. Foi assim que o Frevo chegou ao seu
centenário de glorificação. O Recife se vestiu de mais cores, luzes
e animação através das dezenas de manifestações folclóricas. E o
povão, delirantemente, foi às ruas para comemorar.
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