GAZETILHA
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Os sinais
de que 2008 será ponto destacado na história contemporânea
já estão colocados. Se nada mais aparecer, Cuba, Estados Unidos
e China já garantem um verbete maiúsculo.
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Os Estados
Unidos, de seu lado, também poderão viver uma quase revolução
política este ano. É possível, e até provável, que elejam
um Presidente negro ou do gênero feminino.
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O velho Fidel está partindo. Lula tem razão quando se refere
a ele como o último mito vivo do mundo moderno. Para além das
paixões, ele tem lugar especial reservado na História. |
Não será pouca coisa. E considerando a história de violência
política do país, com atentados contra vários presidentes
(Lincoln, Kennedy, Reagan), haverá que redobrar cuidados.
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Cuba é referência
para várias gerações. A comparação entre a pequena ilha e seu
enorme e poderoso adversário, separados ambos por poucos quilômetros
de mar, explica tudo. |
Finalmente, 2008 será o ano das Olimpíadas de Pequim. Poucos
duvidam que o evento terá impacto relevante sobre o futuro político
da nação com maior população no planeta. |
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Economia
exige bola de cristal em 2008
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Um ano no mínimo difícil. Para quem ganha a vida lidando com questões
econômicas, seja tomando decisões, fazendo recomendações ou avaliações,
2008 promete forte emoções. Por aqui e mundo afora. A crise do mercado
imobiliário americano contaminou boa parte do mundo e ainda não
está bem delineada. O Brasil ganhou um contencioso particular, de
bom tamanho, com a crise da carne no mercado europeu. E o desmatamento
também tem interface econômica.
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EXCLUSIVO
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Está cada vez mais difícil disfarçar. É crescente o volume de atitudes
políticas, na atualidade, que estão alinhadas com as eleições de
2008 e, principalmente, 2010. O racha no PSDB fica cada vez mais
visível. As perdas eleitorais que o PT terá, também. As dificuldades
de Lula transferir votos, junto com sua popularidade, idem. No mais,
é um cabo de guerra político-eleitoral .
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