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| FATORAMA | |
| Jornal de opinião da Capital brasileira | |
| HOME Brasília - DF 23/11/2008 |
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DIA D PARA O CHAVISMO
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urnas. No entanto, impossível ignorar o fato de que o chavismo nunca mais será o mesmo. O essencial para a compreensão destas eleições está na densidade eleitoral que as mais recentes dissidências do grupo político de Chávez esboçam alcançar. Ou seja, mais do que a simples aprovação ou desaprovação ao governo e suas políticas, os venezuelanos encontrarão nas urnas uma pluralidade diretamente vinculada às rupturas que o chavismo sofreu nos últimos meses. Expressões eleitorais mais ou menos diversas de uma ou outra faceta até então presentes no seio do governo. Evidentemente, isso ocorre devido ao caráter contraditório e indefinido |
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século XX. Em suas melhores, piores e mais irreconciliáveis dimensões. Tanto seus críticos quanto seus admiradores souberam destacar a faceta que mais lhe agradavam ou repeliam, mas a maioria continua ignorando a complexidade do governo venezuelano, geradora, entre outras coisas, da presente fragmentação das alternativas eleitorais. Em uma década no poder, Chávez expressou a capacidade de lidar diretamente com as massas, as ilusões, manipulações e conciliações do populismo. O pragmatis-mo e a disposição protecionista do nacionalismo. A inovação e ousadia do regionalismo. A preocupação com as condições sociais da | população, a intervenção na economia de mercado e as hesitações e capitulações em torno dela da social-democracia clássica. A inspiração militarizante e centralizadora do castrismo e da guerrilha. A necessidade de se vincular com experiências semelhantes do internacionalismo. A capacidade de caluniar, humilhar, polemizar e confundir do stalinismo. A vontade de ampliar canais de participação alternativos às estruturas oficiais da cidadania. Enfim, um apanhado tão diverso e contraditório como a própria história. Mas que pode, com a ajuda das eleições, entre outros fatores, ganhar forma mais definida a partir deste domingo. |
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FIDEL - Ex-presidente de Cuba, Fidel Castro, voltou a aparecer, nessa semana, em foto, agora com o presidente chinês, Hu Jintao, em visita a Havana. “Ele está recuperado da doença e com energia”, disse o líder chinês. Mas, na foto, Fidel aparece muito abatido, quase irreconhecível. |
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Obama
e Al-Qaeda
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Piratas
e Corrupção
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Obama
e Hillary
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| Embora mensagem da Al-Qaeda dessa semana não indique aumento de terrorismo nos Estados Unidos, segurança do presidente eleito, Barack Obama, está reforçada. Nada de dúvidas. Todo cuidado é pouco. |
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Colapso
das leis, da ordem e do policiamento dá nisso que o mundo todo viu nessa
semana: bandidos piratas seqüestrando um superpetroleiro na costa africana
de Somália, com carga de US$ 100 milhões e centenas de pessoas. Pior:
piratas presos denunciam que funcionários do Governo levam 30% do resgate
da pirataria. Um drama sério para exportadores de todo o mundo que usam
o transporte marítimo pela costa leste da África. Piratas estão cada vez
mais ousados.
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Quase tudo certo, em documentação entregue ao presidente Barack Obama, para que a senadora por Nova Iorque, Hillary Clinton, possa ser nomeada Secretária de Estado do novo Governo americano. |
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