Pérolas
Cultivada desde 1930 pelo escritor Arthur Carvalho:
“Minha vida é um litro aberto”
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Cais do Porto
Belíssima a canção de Capiba, descrevendo um momento da
sua mais intensa saudade com os olhos fixos no farol de
Olinda e uma indagação de amor na voz de menestrel amargurado:
- “Não será, Cais do Porto, aquela luzinha que lá longe
apaga e acende fazendo sinais, quem sabe pra mim?”. Fernando
Barreto, cronista do Diário de Pernambuco, advertiu o
nosso saudoso Capiba: - “Você precisa modificar a letra
da segunda estrofe de Cais do Porto. O certo é botar a
luzinha que acende e apaga e não como está escrito, que
apaga e acende. Você só pode apagar aquilo você acendeu”.Capiba
olhou bem dentro dos olhos do Barretinho e num tom de
voz sempre moderado e afetuoso respondeu: - Preste atenção,
seu menino. Essa música fui eu que fiz.É inteirinha de
minha autoria. Aquela luzinha é minha. Quem inventou fui
eu. Portanto eu acendo e apago do jeito que eu quiser.
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Pernambuco,
você é meu!
Recebemos
de Marco Maciel – Senador da República – seu mais recente trabalho
com respeito à Política & Cidadania. Discorre sobre Liberalismo,
Igualdade e Equidade: - “São princípios éticos e políticos distintos
na medida em que o último é compensatório, e não meramente regulatório”.
Marco Maciel é pernambucano, formado em Ciências Jurídicas e Sociais,
pela tradicional Faculdade de Direito do Recife, a primeira do Brasil.
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