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| FATORAMA | |
| Jornal de opinião da Capital brasileira | |
| HOME Brasília - DF 22/02/2009 |
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2010 E AS MOTIVAÇÕES ELEITORAIS
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| A mobilização governista em torno do Encontro Nacional dos Prefeitos, a representação movida pela oposição na Justiça contra o evento e a aceleração dos embates e das negociações entre os governadores de São Paulo, José Serra, e o de Minas Gerais, Aécio Neves, são sinais contundentes da precoce largada para a corrida presidencial de 2010. Não só isso, indicam também a maneira como o sistema político brasileiro tornou-se, basicamente, refém do calendário eleitoral, o que não deixa de ser um dado preocupante para a qualidade da democracia brasileira. O problema não se limita ao fato de que o presidente da República, | sua ministra pré-candidata e dois dos principais governadores do País estão a concentrar energias na formação de palanques que só serão utilizados daqui a mais de ano. É, também, a ausência de constatação de que a disputa eleitoral, em seu sentido mais estrito, é apenas um dos elementos que compõem o que deveria ser um complexo jogo de poder e configuração de forças políticas, alinhadas em torno de projetos de país, sociedade, aspirações coletivas, interesses concretos e ideologias. A cena eleitoral, muitas vezes, não deixa de ser apenas a grosseira simplificação midiatizada deste todo. No entanto, é em torno dela que quase |
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discutiu, no entanto, relativamente às medidas em si anunciadas pelo governo para os municípios. Munição não faltou: A Confederação Nacional dos Municípios, presente no evento, estava com a sacola cheia de críticas direcionadas ao Governo Federal. Por vezes, a oposição parece esquecer que toda “denúncia” de um ato “eleitoreiro” do governo é, também, implicitamente, um reconhecimento da capacidade de atração de determinada iniciativa para parcelas da população, a despeito da necessária e correta fiscalização dos gastos públicos em tais solenidades. Se o governo anunciasse, com toda pompa e toda | exibição de Dilma a que tem e não tem direito, um novo seqüestro de poupanças ou uma nova meta de inflação de 300%, certamente democratas e tucanos pouco teriam a reclamar das motivações “eleitoreiras” da ministra. Se quiser se contrapor ao campo governista de maneira mais eficiente, estas legendas precisam ampliar a lógica que lhes orienta os movimentos táticos, não só aprofundando a essência das críticas como também despertando para a importância de construir propostas alternativas concretas e viáveis. Ainda resta um longo caminho. Para 2010 e para a consolidação de tal postura política.. |
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AFEGANISTÃO - Mais 17 mil soldados dos Estados Unidos estão sendo enviados para o Afeganistão. Estratégia do Governo Obama é aumentar a pressão, nos campos militar e diplomática, para vencer a guerra contra os talibãs. Obama prometeu que tudo será feito para evitar mais mortes de civis. |
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Socorro
de Obama
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Farsa
de Brasileira
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Pacote
de Sarkozy
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| Presidente Barack Obama anunciou, nessa semana, pacote de US$ 275 bilhões para ajudar 9 milhões de famílias americanas prejudicadas pela crise, das quais 3 milhões já perderam seus imóveis. |
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Para
a polícia e a mídia da Suíça, tudo não passou de farsa. Advogada brasileira,
Paula de Oliveira teria simulado sua mutilação e acusado uma gangue
de neonazistas ligados ao partido do Governo pensando em indenização.
Pelas leis da Suíça, agressão a uma grávida como Paula simulou poderia
render uma indenização de até o equivalente a R$ 200 mil. Assim, Paula
deixou de ser vítima e agora é acusada de ter encenado uma farsa.
Seu passaporte foi confiscado.
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Presidente Nicolas Sarkozy, aprovou um pacote equivalente a R$ 6 bilhões, incluindo corte de impostos, para suavizar os efeitos da crise mundial sobre a população francesa de baixa renda. |
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