GAZETILHA
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Tempos
difíceis, estes vividos pela mídia e a opinião pública, em
nível mundial. O fenômeno é comum em tempos de conflitos,
onde a verdade sempre é uma das primeiras vítimas.
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O que
dizer, então, do case representado pelas versões difundidas
pelo governo Bush sobre armas químicas no Iraque? A mídia
ajudou a criar o clima necessário à invasão.
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Chocante é constatar que em pleno século 21, com o fantástico
avanço dos meios de comunicação de massa, os mecanismos de controle
da informação resistem aos avanços da tecnologia. |
A polêmica em torno do asilo concedido pelo Brasil a Cesare
Battisti, o italiano condenado em seu país à prisão perpétua,
ilustra um legítimo confronto de visões políticas.
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Um exemplo
chocante, que ilustra quão difícil é a situação da imprensa:
o caso da jovem brasileira que disse ter sido atacada por skinheads
na Suíça e cuja versão falsa correu o mundo. |
Os livros estão repletos de casos de versões que serviam aos
poderosos do momento (o Plano Cohen, no governo Vargas, por
exemplo) e onde a mídia ora era vítima, ora era conivente. |
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Pacotes
não convencem e crise resiste
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Depois de muita negociação, o Congresso americano aprovou e o presidente
Barack Obama sancionou o pacote com que o governo pretende enfrentar
a grave crise que atinge o país e o planeta. Nada menos que US$
787 bilhões. Pois no mesmo dia as bolsas caíram, mundo afora. Os
pacotes se sucedem, do Primeiro ao Terceiro Mundo. E nem por isso
diminuem as notícias sobre demissões, que já estão na casa dos milhões.
A crise também é de confiança. Sem remédio à vista.
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EXCLUSIVO
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A oposição brasileira está numa sinuca de bico, por conta das eleições
de 2010. De um lado, denuncia o presidente Lula pelo que entende
ser uma antecipação da campanha eleitoral, para popularizar a ministra
Dilma Roussef. E feita com verba pública. De outro, começa a estimular
maior circulação dos governadores José Serra e Aécio Neves pelo
País, com nítido viés eleitoral também.
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