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AS
PRINCIPAIS CENTRAIS SINDICAIS DO PAÍS COMEÇARAM A MOBILIZAR TRABALHADORES
E APOSENTADOS PARA APROVAR NA CÂMARA DUAS PROPOSTAS JÁ APROVADAS
NO SENADO QUE PÕEM EM RISCO O CONTROLE DO DÉFICIT NA PREVIDÊNCIA:
O FIM DO FATOR PREVI-DENCIÁRIO, QUE RESTRINGE APOSENTADORIAS PRECOCES,
E A PROPOSTA DE ESTENDER O AUMENTO DO SALÁRIO MÍNIMO A TODAS AS
APOSENTADORIAS.
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COMÍCIO DA DILMA
Em mais uma solenidade do PAC, nessa semana em Minas, transformada em palanque
eleitoreiro, o presidente Lula voltou a desafiar a oposição e a legislação
eleitoral. Disse que vai continuar viajando pelo País, visitando e inaugurando
obras. Sua justificativa é a de que ele não é candidato, o que ninguém acredita.
E se não for, está fazendo campanha para a ministra Dilma Rousseff que,
mais uma vez, esteve ao lado dele. Aliás, foi da Mãe do PAC o momento de
ato falho da cerimônia. Em seu discurso, já posando de candidata à Presidência
da República, agradeceu a presença das mulheres “nesse comício”.
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Para lembrar
as mortes de 19 trabalhadores rurais ocorridas em Eldorado do
Carajás (PA) há 12 anos, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais
Sem Terra) promoveu, nessa semana, intensas ações pelo país, invadindo
propriedades da Vale, uma hidrelétrica em Sergipe e bloqueando
praças de pedágio e rodovias. Uma autêntica baderna.
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PAINEL
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Ex-Ministro de Educação no Governo FHC (deputado federal Paulo
Renato (PSDB-SP) abre despesas e desafia Lula e a ministra Dilma
Rousseff. Disse que recorrerá à Justiça se o Governo fizer auditoria
em seus documentos sem fazer o mesmo com os atuais ocupantes do
poder.
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Para o governador de Minas, Aécio Neves (PSDB), se a economia
do país mantiver um ritmo de crescimento anual na casa dos 5%,
Luiz Inácio Lula da Silva vai terminar o mandato superpopular.
“Vai virar Padim Lula”, disse Aécio, lembrando a fama e o prestígio
do Padim Ciço no Nordeste.
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A polêmica em torno da hidrelétrica binacional de Itaipu marcou
o último debate eleitoral no Paraguai. Na capital, Assunção, foi
mostrada uma entrevista com o diretor-geral brasileiro de Itaipu,
Jorge Samek, explicando os valores pagos pela energia gerada pela
usina. As declarações de Samek foram o ponto de partida para o
debate eleitoral.
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