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ESTA
SERÁ UMA SEMANA IMPORTANTE PARA O SENADOR SÉRGIO GUERRA (PE),
QUE VAI SER ELEITO, EM CONVENÇÃO, O NOVO PRESIDENTE DO PSDB, SUBSTITUINDO
O CEARENSE TASSO JEREIASSATI. ENTRE TANTOS DESAFIOS QUE TERÁ PELA
FRENTE, GUERRA SE DESDOBRARÁ PARA MANTER O PARTIDO UNIDO NA DISPUTA
PRESIDENCIAL DE 2010. O PSDB ESTÁ DIVIDIDO ENTRE AS CANDIDATURAS
DE JOSÉ SERRA, DE SP, E AÉCIO NEVES, DE MG.
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SEM NÚMEROS
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O ex-governador
de Sergipe, João Alves Filho (DEM), lidera todas as pesquisas
para prefeito de Aracaju, mas ainda não é certa a sua candidatura.
João tem influenciado sua mulher, a senadora Maria do Carmo Alves,
para entrar na disputa. Mas a ex-primeira dama acha o marido com
mais cacife eleitoral.
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PAINEL
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O presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, que é uma das principais
lideranças do PTB, não acredita que o partido rompa com o Governo,
como propõe o presidente Roberto Jefferson. Jefferson, aliás,
convocou o diretório nacional para tratar do assunto.
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Por falar em CPMF, a grande surpresa na bancada de oposição do
PMDB foi o recuo do senador Pedro Simon (RS), voto considerado
certo contra o governo. Jarbas Vasconcelos PE), que lidera o minúsculo
bloco do PMDB oposicionista, está desapontado com Simon. Ele e
milhões de brasileiros.
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O senador Renan Calhei-ros (PMDB-AL) está tranqüilo quanto ao
julgamento em plenário de um novo pedido de cassação do seu mandato.
Segundo ele, Jefferson Péres (PDT-AM), relator da matéria que
acusa Renan de usar laranjas na compra de emissoras de rádio,
não achou nenhuma prova da denúncia. Portanto, acha que não será
cassado.
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O Governo blefa quando diz que já tem os 49 votos no Senado necessários
para aprovar a prorrogação da CPMF. Segundo o presidente da Comissão
de Constituição e Justiça, Marco Maciel (DEM-PE), tem muitos senadores
governistas que resistem ainda ao chamado Imposto do Cheque. A
mesma opinião tem o presidente do PSDB, Tasso Jereissati. A tucanada
fechou questão contra a aprovação da matéria e o PTB, segundo
ele, tende também a votar contra. Diante disso, o Governo terá
que criar um novo mensalão para aprovar a CPMF. Mas isso não é
problema para o Governo.
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