| À cassação,
pela Assembléia Legislativa do Rio, mesmo pela votação mínima, do
mandato do deputado corrupto Álvaro Lins. A Alerj, lembremos, é campeã
de denúncias de corrupção. |
| AOS
DADOS, DE 2007, ESTÃO DEFASADOS, PORQUE NÃO INCORPORAM A RECENTE ALTA
DOS ALIMENTOS, MAS AINDA ASSIM ASSUSTAM: BRASÍLIA TEM A REFEIÇÃO POPULAR
MAIS CARA DO PAÍS, COM R$ 19,05, EM MÉDIA, EM OPOSIÇÃO A SÃO PAULO,
DE REFEIÇÃO MAIS BARATA, A R$ 12,40. O LEVANTAMENTO DA ASSOCIAÇÃO
DE EMPRESAS DE REFEIÇÃO E ALIMENTAÇÃO PARA O TRABALHADOR SE REFERE
A UM PRATO DE 500 GRAMAS, SUCO, SOBREMESA E CAFEZINHO, EM RESTAURANTES
POR QUILO, À LA CARTE E OS DO CONHECIDO PRATO FEITO. NO CASO BRASILIENSE,
É UM AUMENTO DE 24% SOBRE 2006, BEM SUPERIOR À INFLAÇÃO. A REFEIÇÃO
FORA DE CASA, NORMALMENTE OBRIGATÓRIA, PESA NO BOLSO DO TRABALHADOR.
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Às transmissões das Olimpíadas pelos globais Galvão Bueno, com sua
empáfia, e Cléber Machado, gaguejante e enrolado. Ainda bem que há
as opções (pagas) Sport TV e ESPN. |
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FILHA
E MÃE – Não só Ketleyn Quadros, a moça pobre da Ceilândia que
se tornou a primeira brasileira a obter medalha olímpica em esporte
individual, é exemplo de perseverança e superação. A mãe, a cabeleireira
Rosemary, não fica atrás, ao bater de porta em porta e obter recursos
para viajar a Pequim e incentivar a filha. Esse é o Brasil que
emociona.
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MARINHAGEM
Rosa
Passos jazzificou pérolas da dor-de-cotovelo da MPB em
Romance, sua última obra-prima. É difícil escolher, mas
reveja Altos e Baixos, de Blanc e Sueli Costa. É o disco
do ano.
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Nem
Tudo que Reluz...
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| Descontando-se
o ufanismo oficial da TV Globo, coitado do país que comemora como
se fossem de ouro quatro parcas medalhas de bronze obtidas até quarta.
É resultado magérrimo para uma delegação de quase 300 atletas e
mais um atestado do nosso subdesenvolvimento. |
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Feijoada
Chinesa
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| Só faltava essa: no
déficit da balança de comércio bilateral, de US$ 1,9 bilhão em 2007
e sempre crescente, soma-se agora aos incontáveis produtos chineses
importados pelo Brasil o cotidiano feijão-preto. Compramos da China,
de janeiro a julho, 23,7 milhões de toneladas. |
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Globalização
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Com
a compra dos postos da Esso no Chile, por US$ 400 milhões, a Petrobras,
que bateu recorde de lucro no primeiro semestre embalada pela
alta vertiginosa do petróleo, abocanhará 16% da distribuição chilena
de combustíveis. Terá 230 postos no país, com a bandeira Petrobras
em dois anos, aumentando para mil o número deles na América Latina.
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