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QUÉRCIA
QUER SER VICE NA CHAPA DE SERRA
O
ex-senador e ex-governador Orestes Quércia admitia apoiar José Serra à
presidência da República em 2010, desde que saísse candidato ao Senado
por São Paulo. No entanto, como está convencido de que Lula não partirá
para o terceiro mandato, Quércia mudou de planos. Continua apoiando Serra,
mas agora postula ser vice em sua chapa, que, assim, uniria peemedebistas
e tucanos de várias plumagens. Só que o atual governador paulista sonha
em ter como vice um político do Nordeste. Alguém com o perfil do senador
Jarbas Vasconcelos, respeitado e bom de voto. Ou o governador Aécio Neves,
de Minas. Cauteloso, Serra diz que isso é assunto para 2009.
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UMA LEI QUE DÓI NO BOLSO
Autor
de projeto visando alterar a Lei Seca, o deputado Pompeo de Mattos
(PDT-RS) considera exagerado o texto que proíbe um motorista de ingerir
qualquer quantidade de álcool. Ele quer elevar os níveis tolerados
de álcool no sangue. Pela proposta, só passará a ser enquadrado na
lei quem apresentar a partir de seis decigramas de álcool por litro
(dg/l) de sangue. Até 12 dg/l, o infrator receberia apenas multa.
De 13 a 15 dg/l, seria multado, perderia a habilitação e teria o veículo
apreendido. Se o índice de concentração de álcool por litro de sangue
for igual ou superior a 16 dg/l, ele será preso. Pela legislação em
vigor, a faixa de tolerância vai até 2 dg/l. O deputado reuniu-se
com o presidente do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes de Brasília,
Clayton Machado (foto), debatendo a matéria. A Lei Seca já demitiu
cinco mil pessoas em todo o Brasil. |
OBSERVATÓRIO
- Os Correios
e Telégrafos (sim, ainda há telegramas) entraram em greve por três
semanas. Os funcionários ganharam aumento salarial (justo, aliás),
só que o ônus foi repassado ao contribuinte. Uma carta simples pulou
para R$ 0,65. Em setembro, bancários e petroleiros devem ter aumento
e, seguramente, os preços das tarifas dos bancos e dos combustíveis
serão majorados. |
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TESOURINHAS
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CONSUMO
A inadimplência
no comércio de Brasília foi de 5,4% em julho contra 5,2% de julho
do ano passado. E as vendas cresceram 2%. Mesmo com os juros altos.
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SUBINDO
Sinal
dos tempos: a cerveja Líber, totalmente sem álcool, registra aumento
de 25% no consumo. Passou a ser a preferida por quem teme multas
e prisões.
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ROSSI
O edifício Federação
do Comércio, um marco em Brasília, vai mudar de nome passando a
ser Ed. Newton Rossi. Homenagem a quem muito fez pela capital.
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