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FATORAMA
Jornal de opinião da Capital brasileira
HOME   Brasília - DF 17/08/2008


AUTO RETRATO
Pelo menos um cheirinho resolvia essa parada
do meu coração parando
numa agonia lascada...
No sonho ela transparente
vai passando indiferente, impiedosa e malvada!
Ela é Rainha e eu sou Pagem de uma nobreza perdida
e o solo do violino
magoa mais a ferida...
Nessa escravidão do amor
só posso escapar da dor
se acabar com a minha vida!
Sou poeta e também sofro pela falta de carinho
e atravesso a madrugada triste, cansado e sozinho. Nessa saudade arretada
vou buscar a bem amada
nas cordas do cavaquinho!

Com a velha cabeça inchada estou de novo em viagem;
sou o mesmo marinheiro
sem amor e sem bagagem... Um marujo vagabundo
que em cada porto do mundo anda correndo visagem!

Escuto a voz comovida
de Klécius Caldas lembrar
a velha canção de Noel
que ele teima em recordar: “Só falta a porta se abrir
e ela com outro surgir,
por mim passar... sem olhar!”


Pérolas


Cultivada pelo genial Chico Anysio:

E“As mulheres agora descobriram que mulher é bom. Coisa que os homens já sabem há muito tempo!”

O CAUSO EU CONTO:
A Receita
Dizem que ela entrou na farmácia extremamente nervosa. Jovem ainda, porém prejudicada em sua beleza pela angústia que lhe amargurava os sentidos. Foi diretamente ao farmacêutico para pedir: - “Quero uma dose de arsênico que possa matar um marido safado!”. O boticário - também de aparência jovem – não gastou seu tempo para atendê-la e foi rápido na justificativa: - Esse medicamento contém um grau de veneno fortíssimo e, só pode ser vendido com receita médica, - “Não seja por isso...”. Replicou a mulher. Abriu a bolsa, de onde tirou uma fotografia do próprio marido beijando a mulher do farmacêutico. O coitado quase teve um troço, mas conseguiu falar: - “Bem, com esta receita a senhora pode levar a quantidade de arsênico que quiser!”.
  Pernambuco,
você é meu!

           Fico muito triste quando o Recife é apontado como palco de ocorrências desagradáveis. Agora mesmo a juíza Clara Maria Callado da 7ª Vara da Fazenda da Capital, assina sentença obrigando os vereadores recifenses do período 1993 a 1996 a devolverem mais de R$ 1 milhão aos cofres públicos. Os legisladores em questão já recorreram ao Tribunal de Justiça do Estado.


Expediente Musa Antônio Caraballo Magno Martins JB Serra e Gurgel Raphael Bruno Renato Riella
Jota Alcides Tribuna Aldo Paes Barreto Sérgio Oliveira Luiz Roberto Marinho Kleber Sampaio Charlotte