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sinergia, mais articulação, mais cooperação, mais agilidade,
mais eficiência e menos custo. Em síntese é essa a filosofia
de ação do GDF com o Programa de Organização do Desenvolvimento
Integrado(Podi), lançado nessa semana pelo governador Roberto
Arruda: “O Podi é uma maneira de deixar claro que determinado
projeto prioritário para o Governo também deve ser prioritário
para as empresas. Assim, o serviço que cada empresa do GDF oferece
pode chegar melhor e ao mesmo tempo à comunidade”, justificou
o governador. Segundo ele, agora, se uma ação do GDF estiver
incluída no Podi deverá ter verba garantida e atenção especial
das em |
presas governamentais, como Companhia Energética de Brasília
(CEB), Companhia de Saneamento Ambiental(Caesb), Companhia Imobiliária
de Brasília (Terracap), Banco de Brasília (BRB) e Companhia
de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal(Codhab).
Adiantou que ações de grande porte em diversas áreas deverão
ter absoluta prioridade nos próximos dois anos e meio de governo.
E deu como exemplo de prioridade do GDF projeto habitacional
voltado para a classe média de Brasília: “O Setor Noroeste,
que irá dinamizar a construção civil no Distrito Federal e trazer
construtoras de outros Estados. Com a quebra do cartel aqui,
os preços dos |
imóveis irão baixar. E o setor também poderá contribuir para
diminuir a demanda nos condomínios irregulares”. Arruda lembrou,
porém, que também os programas habitacionais destinados à população
de baixa renda deverão ser atendidos pelo Podi, através de financiamentos
da Caixa Econômica. Faz parte também do Podi o programa Brasília
Intregrada que contempla obras e projetos voltados para a melhoria
e modernização do sistema de transportes do DF. Os programas
do Podi terão financiamentos do Banco Mundial, Banco Interame-ricano
de Desenvolvimento, orçamento do GDF e verbas do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC). |

Setor Noroeste: uma das prioridades do Podi

Podi contempla melhoria dos transportes no DF
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