| Ao
fenômeno raro, talvez único na gestão PT, da transparência do Governo,
intencional ou não, ao divulgar a execução do PAC, que lhe foi desfavorável.
Tomara se repita em outras áreas. |
| APÓS
ÁCIDAS CRÍTICAS AO RE- TARDAMENTO DA CONCESSÃO DE SETE TRECHOS DE
RODOVIAS FEDERAIS, A ABCR, ASSOCIAÇÃO DAS CONCESSIONÁRIAS, SOLTA FOGUETES
COM A INICIATIVA DO GOVERNO DE MARCAR O LEILÃO PARA 16 DE OUTUBRO.
EXISTEM HOJE 37 CONCESSIONÁRIAS OPERANDO EM OITO ESTADOS, RESPONSÁVEIS
POR 10 MIL QUILÔMETROS DE ESTRADAS, EQUIVALENTES A 6% DA MALHA RODOVIÁRIA.
DESDE A PRIMEIRA CONCESSÃO, HÁ 11 ANOS, INVESTIRAM R$ 12 BILHÕES E
GASTAM, POR ANO, EM MÉDIA, R$ 1,3 BILHÃO COM A MANUTENÇÃO E OPERAÇÃO.
O ÚLTIMO LEVANTAMENTO DA CNT SOBRE A SITUAÇÃO DAS RODOVIAS INFORMA
QUE AS 20 MELHORES SÃO OPERADAS PELA INICIATIVA PRIVADA. |
| À execução do
PAC, com mais de 47% de ações atrasadas, incluindo obras importantes,
como as hidrelétricas do rio Madeira, mesmo descontando-se o prazo
de quatro meses do programa. |
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DEBATE
– A visita do Papa ao país, ignorando-se a exagerada – e às vezes
irritante – exposição de mídia, tem, entre outros dados positivos,
o mérito de haver estimulado o debate sobre a liberalização do
aborto, no qual a Igreja, dando razão ao ministro da Saúde, José
Gomes Temporão, tem se comportado histericamente, ao feitio dos
concorrentes xiitas.
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MARINHAGEM
Casa
Forte traz Mauro Senise no sax e flauta tocando Edu Lobo com um
time de cobras (Gilson Peranzzetta no piano, Paulo Russo no baixo,
Ivan Conti na bateria). É agradabilíssimo.
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A TAP, grande responsável pelo boom de turistas portugueses no
Nordeste, está preocupada: apesar de ampliar em 19% o número de
passageiros transportados entre Brasil e Portugal, por causa dos
brasileiros, viu se reduzir em 13% o transporte dos patrícios
para o NE em 2006.
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Brinquedo
Risonho
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A apreciação do real, que faz o empresariado se desesperar,
não tem feito tanto mal assim ao menos à indústria de brinquedos.
Com o dólar mais em conta, as grandes do setor, como Estrela
e Grow, estão mecanizando mais os produtos e pagando menos pelos
licenciamentos.
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Puxa-saquismo
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É compreensível que, na oposição, governador do DF não fustigue
presidente da República, por depender das verbas federais. Mas
não precisa exagerar dificultando com obras o acesso do cidadão
ao Palácio da Alvorada para atender capricho de quem, após morar
a vida inteira na trepidante São Bernardo, se queixa, à distância
quilométrica, de barulho de carro.
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