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Jornal das Vozes Livres de Brasília
HOME   Brasília - DF 11/02/2007

EDITORIAL
Aceleração
Com o baixo crescimento econômico do Brasil nos últimos quatro anos, o segundo Governo Lula está começando tendo como prioridade máxima recuperar o tempo perdido. Este é o objetivo do PAC-Programa de Aceleração Econômica, que pretende investir R$ 503 bilhões sobretudo nas infra-estruturas de energia, saneamento, habitação e transportes em todo o País. Para o Governo, esse investimento vai assegurar ao Brasil um crescimento anual em torno de 4,5%. É pouco se considerado que a Argentina e outros vizinhos estão em ritmo chinês de 9% ao ano, mas é melhor do que ficar disputando com o Haiti a lanterninha da economia na América Latina. De qualquer forma, o objetivo somente será alcançado se o Governo reduzir mais os juros e os impostos, que permanecem travando os empreendimentos privados. Sem isso, dificilmente haverá a aceleração econômica tão necessária.


OPINIÃO DOS LEITORES

Plano de Lula (1)
Plano de Lula (2)
É uma vergonha para o Brasil continuar com sua economia no ritmo do Haiti. Por isso, o Plano de Aceleração Econômica lançado pelo presidente Lula precisa, realmente, se tornar realidade. Ou o Brasil aproveita os ventos favoráveis da economia internacional para crescer como a Argentina, ou então terá mais uma década perdida. Portanto, é a maior prioridade do Governo Lula e dos próprios brasileiros.

Fernando Torres
Brasília - DF
Somente com o apoio efetivo dos governadores estaduais poderá ter êxito esse Plano de Aceleração Econômica do Governo Lula. Como os Estados estão na maior penúria é natural que os governadores estejam exigindo R$ 10 bilhões anuais da famigerada CPMF, cuja arrecadação federal está hoje em torno de R$ 32 bilhões. Depois, por que só o Governo Federal tem o direito de ficar com essa CPMF?

Luciana Menezes
Brasília - DF
INSS Urgente (1)
INSS Urgente (2)

Quem diz é o presidente Lula: “Não existe déficit da Previdência”. Ele garante que o tão propalado rombo de R$ 42 bilhões é resultado da política social cumprida pelo INSS atendendo ao que manda a Constituição. Se é assim, apelo ao Governo e aos ilustres dirigentes da Previdência Social: parem, imediatamente, com a adoção de medidas que só fazem dificultar a vida dos aposentados.

Paula Nogueira
Brasília -
DF
Como anunciou o próprio presidente Lula e seu ministro da Previdência, o Governo vai reduzir o déficit do INSS, de R$ 42 bilhões para R$ 3,8 bilhões, através de mudança contábil: R$ 18 bilhões, considerados subsídios pagos pelo Tesouro, passariam a ser receita da Previdência e não despesa. Como toda manobra é perigosa, espero que os segurados do INSS não sejam mais vez prejudicados.

João Walfrido
Brasília - DF

Walter Gomes Tão Gomes Antônio Caraballo Magno Martins JB Serra e Gurgel Guillermo Piernes Renato Riella
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