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| FATORAMA | |
| Jornal de opinião da Capital brasileira | |
| HOME Brasília - DF 09/11/2008 |
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REVISÃO DE ESTRATÉGIAS
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eleitoral Ciro Gomes (PSB-CE), todos se curvavam em declarações sutis ao que parecia se configurar como verdade absoluta. Neste sentido, a derrota do campo governista nestes municípios, aliada aos potenciais impactos de um aprofundamento da crise financeira mundial, demonstrou que o caminho de Dilma pode não ser tão fácil quanto se pensava. Evidentemente, num cenário ideal para Lula, em 2010 o governo estaria com índices de aprovação próximos aos atuais e Dilma encabeçaria ampla coalizão que envolveria desde o cobiçado e gigantesco PMDB até os escudeiros do chamado bloquinho, PDT, PSB, PRB e PCdoB. Com tempo de televisão |
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evidente que Dilma pode se afirmar como a candidata da continuidade de Lula e ganhar as eleições. Mas, diante de quadro competitivo um tanto quanto mais equilibrado com a oposição, volta a ganhar força a análise crua e simples do peso eleitoral acumulado. E é ai que entra em cena novamente o nome de Ciro Gomes. De novo: a petista pode muito bem sair dos menos de 10% de intenção de voto que ostenta agora para faturar a sucessão presidencial. Mais viável, contudo, é, dadas as mesmas condições, Gomes sair dos 20% para fazê-lo. O mesmo raciocínio vale para o campo oposicionista. Desde uma improvável aventura do DEM com uma ousada | candidatura própria até a disputa interna entre os governadores Aécio Neves e José Serra. Por enquanto, os tucanos têm conseguido adiar o debate com relativo sucesso. Ambos parecem concordar até mesmo com a realização de prévias partidárias. Ainda é cedo, contudo, para indicar com firmeza quais as melhores táticas de preparação para a sucessão de Lula. Uma coisa é certa, todavia: não se pode ignorar o patamar inicial de competitividade eleitoral de cada um. Em 2006, os tucanos não seguiram esse raciocínio ao escolherem Geraldo Alckmin ao invés de José Serra. Daqui a dois anos terão a chance de mostrar se aprenderam a lição. |
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PUTIN - Ex-presidente da Rússia, Vladimir Putin, pode voltar ao Kremlin. Para isso, anunciou-se, nessa semana, em Moscou, que atual presidente, Dmitry Medvedev, deve renunciar no próximo ano. Mudança faz parte da estratégia de ressurgimento da Rússia como potência mundial. |
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Obama
e Bush
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Marca
Histórica
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Obama
e Clinton
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| Transição do Governo dos Estados Unidos começa, efetivamente, nesta segunda-feira(10), com primeiro encontro de trabalho entre o presidente eleito, Barack Obama, e o presidente Bush, na Casa Branca. |
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Quase
100 delegados a mais do que o mínimo necessário: 364 contra 162 delegados
do candidato republicano John McCain. Esta é a marca histórica do democrata
Obama, presidente eleito dos Estados Unidos. Obama ganhou, inclusive,
em Carolina do Norte, onde, há mais de 30 anos, os democratas não venciam.
Disputa foi acirradíssima, mas Obama venceu com uma vantagem de 14 mil
votos entre quatro milhões de eleitores.
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Equipe do presidente eleito dos EUA, Barack Obama, vai contar com experientes assessores do Governo Bill Clinton. O primeiro deles é o chefe de gabinete, Rahn Emanuel. |
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