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FATORAMA
Jornal das Vozes Livres de Brasília
HOME   Brasília - DF 09/09/2007


PARAÍSO
Ponha nela coisas mil
em consequência do amor; ciume, intriga, traição, saudade, tristeza e dor... Duas gêmeas, um bandido, um escroque inrustido,
uma gata e um impostor!
Nada de Roma ou Paris, nada de rei ou escravo,
muito beijo, muito amasso
e o novo amor de Gustavo... Viva a Marion astuta,
viva a Bebel prostituta gamada pelo Olavo!
Deus disse a Gilberto Braga:
- “Solicite à Mãe Gentil,
com a força que a GLOBO tem espalhar no céu de anil
uma novela que faça
a gente esquecer na raça
as mazelas do Brasil!

Se o Mateus é sonhador
a Camila é infeliz...
Jader, Ivan e Urbano, Dinorah e os seus guris... Paula - encantadora estrela - dói demais a gente vê-la maltratada por Thaís!

Que o Daniel seja um bravo conquistando o que sonhou, que Antenor perdoe a Lúcia porque não engravidou...
Que mais emoções nos traga... Parabéns, Gilberto Braga,
sua novela é um show!”.


Pérolas

Cultivada pelo jornalista Giovanni Scandura (Recife-PE):

“Diferença entre político e ladrão; o primeiro a gente escolhe e o segundo é quem escolhe a gente!”.

O CAUSO EU CONTO:
Nó na Tripa
O pernambucano Mauro Mota, da geração de ouro dos poetas brasileiros, contou este causo em uma crônica no Diário de Pernambuco. Um fazendeiro do interior foi acometido de um “nó na tripa” que nada mais é do que o intestino que se dobra sobre si mesmo impedindo seu trânsito normal. Ficou acamado por alguns dias recebendo o tratamento adequado na base de supositórios. Estava sendo vigiado por uma senhora de idade muito emotiva e nervosa, quando sentiu um grande alívio nas dores que vinha sofrendo. Deitou a cabeça no travesseiro e ferrou no sono. A velha pensando que ele estivesse morrendo gritou para dentro de casa: - “Tragam uma vela acesa pra botar na mão dele!”. Correu todo mundo levando a vela, quando o coitado acordou com aquele alvoroço. Pensando que era mais um supositório, implorou aos berros: - Pelo amor de Deus... aceso nãoooo!
  Pernambuco,
você é meu!

           É chegada a hora de Alceu Valença – devidamente paramentado – da sacada do seu Palácio no Amparo (Olinda/PE), ensaiar o grito comemorativo dos festejos dos 25 anos do reconhecimento pela Unesco, de Olinda como Patrimônio da Humanidade pelo seu acervo histórico, arquitetônico e cultural. Caberá ao maestro Clovis Pereira, transformar o samba de Capiba “Olinda, cidade eterna” em peça sinfônica, durante parada triunfal no Alto da Sé.


Tão Gomes Musa Antônio Caraballo Magno Martins JB Serra e Gurgel Guillermo Piernes Renato Riella
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