GAZETILHA
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O Governo
Federal anuncia para o final deste setembro a apresentação
de uma nova proposta de reforma tributária. Se possível articulada
com os governadores estaduais.
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As pregações
também incluíram reformas importantes como as previ-dênciária,
sindical e trabalhista. Em termos práticos, nada andou. Objetivamente,
o cidadão vem sendo frustrado.
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Na última década, ou seja, no segundo Governo FHC e no primeiro
mandato e início deste segundo de Lula , o que o brasileiro
mais ouviu foram pregações em favor de urgentes reformas. |
Em
função da inserção do País em uma surpreendentemente duradoura
janela mundial de prosperidade, os efeitos negativos de não
termos feito o dever de casa ficam mascarados.
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Reformas
como a tributária, que reduza a carga sobre as pessoas e empresas,
mantendo receitas pela ampliação do universo de contribuintes.
E a política, buscando sua moralização. |
Resta indagar: até quando? Se o mundo reduzir o ritmo de expansão,
o cobertor curto provocará stress e o velho jogo de empurrar
culpas. Mas a conta ficará para os menos favorecidos. |
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Taxas
de juros podem ter freio de arrumação
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Cresce a aposta do mercado numa interrupção temporária, pelo Copom,
da política de redução gradual da taxa básica de juros. A próxima
reunião poderá sinalizar um freio de arrumação. As causas seriam
variadas: crise financeira no Primeiro Mundo, solavancos nas bolsas
do planeta, repique inflacionário por aqui e perspectiva de expansão
do PIB em torno de 4,5% este ano. Queda da Selic essa semana foi
de apenas 0,25 ponto percentual passando para 11,25 % ao ano.
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