GAZETILHA
|
Triste
sina a da América do Sul e seus povos. Não bastasse uma dura
herança colonial e elites que ainda não se mostram à altura
dos desafios, eis agora uma escalada armamentista.
|
Já o presidente
da Colômbia, Álvaro Uribe, parece exagerar sua justa repulsa
ao terrorismo das FARCs, de olho em mudança da Constituição
para disputar um terceiro mandato.
|
O presidente Hugo Chávez cria factóides com inimigos externos,
dentro da velha teoria conspiratória para distrair a sociedade
venezuelana de seus problemas e carências internos. |
Dentro desse quadro, os gastos com armamentos crescem na região.
O Brasil, inclusive e com justa razão, ensaia uma discreta
retomada da modernização de suas Forças Armadas.
|
Na mesma
linha atuam lideranças como os presidentes da Bolívia e do Equador,
ideologicamente identificados com uma pregação bolivariana sustentada
pelos petrodólares. |
Para além das motivações de cada um desses protagonistas, surge
a triste constatação de retrocesso na integração regional e
aumento das carências que empobrecem milhões de pessoas. |
|
|
|
Ilha
de prosperidade enfrenta ameaças
|
|
O Brasil, até aqui, conseguiu ficar à margem dos problemas que ameaçam
levar EUA, Japão e Europa a novo período recessivo. O BC europeu
resolveu não mexer na sua taxa de juros e admite menor crescimento
da região. A opção foi conter a ameaça inflacionária. Já o BC americano
faz o contrário. Reduz juros e se conforma com a escalada de preços,
para ativar a economia. Por aqui, BC segura os juros em 11,25 e
volta a colocar nossa taxa real como a maior do mundo.
|
|