GAZETILHA
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O brasileiro
é, antes de tudo, um forte. Nada mais adequado, nos tempos
que correm, que ampliar o conceito imortalizado por Euclides
da Cunha em relação ao nordestino.
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O sistema
de saúde pública é outra fonte de tensões e dramas. Faltam
hospitais, leitos, remédios, profissionais de saúde. Sobram
pessoas humildes carentes de atendimento.
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A crise do
transporte aéreo provoca stress em milhares de pessoas que tentam
viajar, por prazer ou obrigação. Os prejuízos econômicos já
são evidentes, tanto no trade turístico quanto na esfera dos
custos das empresas. |
A
área de educação também não oferece motivos para júbilo. Apesar
de uma histórica vinculação de polpudas receitas orçamentárias.
O fato é que faltam ensino de qualidade, inclusão digital
e outros avanços.
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A tragédia
da violência dissemina sofrimento por milhões de famílias, de
Norte a Sul, com especial impacto no Sudeste. E novamente contabilizam-se
perdas econômicas. |
No mais, as dimensões continentais do País diluem parte destas
carências em meio a ilhas de crescimento econômico e o alívio
paternalista dos programas assistenciais. Pura ilusão. |
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Mercosul
à beira de um ataque de nervos
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Um truculento Hugo Chaves está perto de conseguir o que poucos achavam
possível: implodir o Mercosul. As dificuldades técnicas para a integração
de seu país no projeto estão sendo transformadas em um confronto
político pelo líder venezuelano. Colocou o Brasil, seu governo e
Congresso, em uma baita saia justa. Tenta levar a Argentina para
sua posição e vai alimentar essa polêmica até setembro. Resta ver
quem vai piscar primeiro.
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