GAZETILHA
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O presidente
Lula alardeia, faz tempo, que tem estrela. No caso, a estrela
da sorte. Os resultados que conseguiu em cinco anos de Presidência
sugerem que tem razão.
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A ampliação
de políticas públicas de transferência de renda alargou o
mercado interno e formou poderosa base eleitoral para a reeleição.
Foi aí que a euforia envolveu o Governo Lula.
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Mas como diz a sabedoria popular, não há bem que sempre dure,
nem mal que nunca acabe. Parece que essa máxima também será
aplicada a Lula. Próximos dois anos não serão fáceis. |
Agora, a crise vai tomando conta do mundo. Financeira, econômica
e energética. Forte lá fora e começando a refletir-se aqui
dentro. Nada de catástrofe, mas exigindo aperto de cintos.
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Lula teve
a lucidez e a coragem de romper com o velho discurso petista
em 2003, na quarta tentativa para chegar à Presidência. Uma
janela mundial de prosperidade também ajudou. |
O final do segundo Governo Lula terá menor crescimento, mais
inflação e maiores demandas. E pelo visto, com o Presidente
culpando os outros e eximindo-se de responsabilidades. |
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Fogo
“amigo” abre festival de denúncias
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Como já é tradicional em anos eleitorais, o País começa a assistir
um festival de denúncias. E pouco importa se é fogo “amigo” ou não.
O fato é que nos arraiais do PT e do PSDB, prevendo-se para daqui
a pouco a inclusão de outras figuras e siglas, personalidades em
destaque começam a sofrer ameaças e desgastes. Dilma Roussef, José
Serra, Ciro Gomes e Aécio Neves, para citar alguns com atuação nas
eleições de 2008 e interesse no pleito de 2010. E é só o começo.
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