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| FATORAMA | |
| Jornal de opinião da Capital brasileira | |
| HOME Brasília - DF 07/12/2008 |
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UMA LIÇÃO IGNORADA
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discursiva do democrata, a seleção de figuras profundamente conectadas aos anos Clinton na Casa Branca e outras alinhadas até mesmo à ala republicana do enfraquecido Bush não deixam de ser, para dizer o mínimo, evidências contundentes do que aguarda os norte-americanos. Figuras tradicionais da vertente militarista, pupilos do um dia todo-poderoso ex-secretário de Estado dos Estados Unidos, Henry Kissinger, além de fiéis batalhões de Wall Street, casam bem com as indicações que Obama já havia dado engrossando o tom contra o Irã, recuando na disposição de retirar tropas do Iraque e socorrendo, com firmeza e determinação superiores |
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pessoas que embarcaram em sua candidatura numa espécie de repúdio cosmopolita à era Bush. As duras críticas à Guantanamo e a promessa de seu fechamento devem encerrar um triste episódio da história norte-americana, uma vergonha fora de jurisdição que contém elementos para se tornar uma espécie de esqueleto no armário no passado do País. Entram na conta, também, as tímidas propostas do democrata para enfrentar o agravamento exponencial dos problemas relacionados ao meio-ambiente, e a disposição anunciada de reverter rapidamente as medidas de última hora anunciadas por Bush desregulamentando a | legislação ambiental existente. O cientista Albert Einstein, certa vez, comentou que os problemas enfrentados pela humanidade em sua época jamais poderiam ser solucionados pelas próprias mentes que os criaram. O gabinete montado por Obama, profundamente marcado por figurões tradicionais do eixo Casa Branca-Wall Street-Pentágono, mostra que essa é uma lição que o presidente eleito dos EUA parece não ter aprendido. Ou, para falar de maneira mais realista e fazer jus à inteligência de Obama, simplesmente escolheu ignorar, a despeito das moderadas iniciativas de administração de controle do estrago deixado pelos republicanos. |
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TAILÂNDIA - Parlamento da Tailândia deve eleger esta semana seu novo primeiro-ministro para sucessor de Somchai Wongsawat. Ele foi deposto por fraude eleitoral, depois que manifestantes fecharam os dois principais aeroportos de Bangcoc retendo 230 mil turistas. |
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Obama
Sob Pressão
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Festa
da Posse
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Morte
de Veneza
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| Presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, está sob pressão de militares da reserva para fazer mudanças na CIA-Agência Central de Inteligência. Querem o fim da tortura e das prisões secretas. |
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Mais
de quatro milhões de pessoas devem comparecer à posse do presidente eleito
dos EUA, Barack Obama, em 20 de janeiro próximo. Ficarão amontoadas entre
o Capitólio e o Lincoln Memorial, em Washington. Somente 240 mil terão
lugares garantidos, através de ingressos distribuídos seletivamente pelo
Governo. Maior posse até agora, em Washington, foi a do presidente Lyndon
Johnson, em 1965, com presença de 1,2 milhão de pessoas.
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Com o aquecimento global, o nível das águas nos canais de Veneza subiu 156 centímetros, o mais alto em 22 anos, causando alagamentos. Volta-se a falar no fantasma da morte da milenar cidade italiana. |
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