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FATORAMA
Jornal de opinião da Capital brasileira
HOME   Brasília - DF 07/12/2008


PÁTRIA AMADA
O brasileiro vivia
sem receio e sem mistério,
pois a paz e a segurança
eram levadas a sério...
Hoje a gente se revolta
porque não sabe se volta
pra casa ou pro cemitério!
Há um apelo do povão
para que o Presidente
junto a José Alencar
tome providência urgente,
salvando o Brasil, coitado,
que continua atolado,
cada dia mais carente!
Este Brasil tão grande
e amado” perde sua poesia,
sua paz e seu vigor,
seu mundo de fantasia...
O próprio Zé Povo diz:
- “Que a gente era feliz
no passado e não sabia!”

Somos talvez um império
da droga e do arrastão.
Para o seqüestrador,
para o assaltante ou ladrão,
o presídio é a escola
onde a nossa curriola
se diploma em corrupção!

Nós somos um continente
filho de uma Mãe gentil
e com certeza o Bom Deus
mora em nosso céu de anil...
Por isso Lula voando
termina um dia encontrando
a salvação do Brasil!


Pérolas


Cultivada pelo Faustão, animador de rádio e TV:

“Sozinho, você não consegue ser nem corno!”

O CAUSO EU CONTO:
Rei da Chanchada
Vivi a glória de dirigir o mito Barreto Júnior ao tempo do Grande Teatro da TV Rádio Clube na década de 70. Com ele - consagrado como “Rei da Chanchada” - percorrí todos os caminhos gloriosos do teatro brasileiro de comédia. Consumimos quase tudo do premiado repertório da SBAT, com o velho Barreto trocando títulos e enxertando os diálogos com os seus “cacos” incríveis, oportunos e memoráveis. E os causos verídicos que marcaram a sua vida desde o Rio de Janeiro às mais distantes povoações da Amazônia? Certa vez, fugindo do fracasso da bilheteria, anunciou que ao final da peça comeria um homem vivo. Apresentou-se um voluntário que no teatro superlotado não resistiu às dentadas ferozes do ator fugindo apavorado pela platéia. Fim da peça e das penúrias do velho Barreto naquela noite.
  Pernambuco,
você é meu!

           Imaginem mestre Ariano Suassuna desfilando como instrumentista de uma Banda de Música em Taperoá. Isso não acontecerá nunca. Porém, Ariano foi visto com a “boca no trombone” em sua “Aula-espetáculo”. Condenou, escandalizado, o repertório moderno do “forró estilizado” em sua linha grotesca de achincalhar a mulher. Foi fundo e até citou alguns títulos de horripilantes composições, tais como “Mulher roleira”.


Expediente Musa Antônio Caraballo Magno Martins JB Serra e Gurgel Raphael Bruno Renato Riella
Jota Alcides Tribuna Aldo Paes Barreto Sérgio Oliveira Luiz Roberto Marinho Kleber Sampaio Charlotte