GAZETILHA
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As atenções
do mundo político e de boa parte da mídia estiveram concentradas
mais uma vez no Supremo Tribunal Federal, nessa semana. Em
pauta a fidelidade partidária.
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O fato
é que a atual classe política brasileira resiste a mudar o
status quo, onde os partidos são fracos, os mandatos são personalistas
e na maioria das vezes sem ideologia.
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Para além da manifestação dos ministros do STF, importa refletir
sobre o papel da classe política brasileira em todo esse episódio.
E a conclusão não é abonadora. |
Por
aqui, político troca de partido como uma pessoa troca de roupa.
E o poder econômico realiza o milagre da conquista de mandatos
sem que muitos candidatos conheçam os eleitores.
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Não é por
outra razão que a bandeira de uma absolutamente necessária reforma
política, com fidelidade partidária, jamais passou da teoria
dos discursos à prática das decisões. |
De tempos em tempos eclodem crises sérias, como o Mensalão,
e os políticos tiram do baú o remédio da reforma política. Passado
o surto de mídia, porém, tudo fica igual. Até quando? |
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A
“esfinge” Lula pauta o terceiro mandatos
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Já não cabem ilusões. Em duas ocasiões no espaço de apenas sete
dias, o presidente Lula colocou o tema do terceiro mandato em pauta.
Como convém à parte interessada, nada de declarações claras em on,
como se diz no jargão jornalístico. De forma indireta, levemente
sugerida, interlocutores do presidente saíram espalhando impressões
e versões em torno da questão. Se o tema não for repudiado, mas
debatido, estará aberto o caminho para futura mudança constitucional.
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EXCLUSIVO
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Depois de “patrolar” as pressões da oposição e aprovar um relatório
na CPI do Apagão Aéreo da Câmara, considerado por muitos como “chapa
branca”, a coordenação política do Governo agora se volta para a
CPI do Senado. E novamente com o objetivo de evitar indiciamentos
em torno da Infraero, Anac e Aeronáutica (controladores de vôo).
Mas, ali, a batalha será difícil.
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