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FATORAMA
Jornal de opinião da Capital brasileira
HOME   Brasília - DF 07/09/2008

AI FICANDO CLARO, À MEDIDA QUE AS CAMPANHAS AVANÇAM, QUE O PT NÃO DEVERÁ CRESCER COMO PENSAVA, NAS ELEIÇÕES DESTE ANO. MAS A OPOSIÇÃO, POR SUA VEZ, NÃO TERÁ MUITO QUE COMEMORAR TAMBÉM. É PROVÁVEL QUE TUCANOS E DEMOCRATAS SAIAM MENORES DAS URNAS DE OUTUBRO PRÓXIMO. TUDO INDICA QUE ELAS VÃO DEIXAR O PODER MAIS PULVERIZADO.

A grande convenção Democrata, coberta em escala mundial, abriu a reta final na campanha eleitoral americana. Desta vez com a novidade de um candidato que, se chegar lá, deixará marca verdadeiramente histórica na democracia dos EUA.

CPI, na falta de medalhas

É uma questão de tempo. De pouco tempo, aliás, para que o Congresso acelere o passo rumo a uma CPI que avalie os gastos feitos no esporte nacional e os resultados colhidos nas duas últimas grandes competições realizadas, o Pan e as Olimpíadas de Pequim. Em quatro anos, pensando na China, foram investidos quase R$ 1 bilhão. Isso sem falar em algo como meio bi no Pan do Rio. Frustração. A caixa preta deve ser aberta.

GAZETILHA

Em meio à campanha eleitoral deste ano, que, embora seja municipal, estimula debates sobre governos e destinos do País, dos municípios à União, o cidadão vai recebendo duras lições.

Estradas, saúde e segurança públicas, portos e aeroportos, mais ferrovias, formação profissional e produção de alimentos, se apresentam como gargalos ao crescimento sustentado.

O divórcio entre teoria (discurso) e prática (decisões) é uma evidência de chocante transparência. Tanto entre administradores quanto legisladores. Exige atenção dos eleitores.
Ainda assim, o Brasil assumiu a missão de organizar a Copa do Mundo de Futebol de 2014, tendo eleições para renovação de governos e legislativos em 2010.
A falência da infra-estrutura brasileira é exemplo de âmbito nacional. O famoso Custo Brasil é parte desse problema e cobra alto preço em redução de empregos e oportunidades . O megaprojeto da Copa, neste contexto, chega a virar detalhe para ilustrar a gravidade e o alcance dos desafios que o País terá superar. Sob pena de perder lugar no trem da História.
Governo Lula pode deixar herança maldita
Proposta do governo para o orçamento de 2009 é garantia de insônia. Seja pelo lado da receita, que se estima pelo menos 12,5% maior e certamente crescerá mais que isso. Seja pelo lado da despesa, que vai avançar mais de 13%, na confissão oficial. Como falar em reduzir a asfixiante carga tributária, diante desse quadro? Como não se preocupar com a herança que Lula vai deixar para o sucessor, emparedado por compromissos herdados e as cobranças da população?
EXCLUSIVO
Cresce a convicção entre experientes políticos de que o presidente Lula testa nas eleições de 2008 uma lógica de articulação que poderá ser muito útil no pleito de 2010. Ao invés de escolher apenas um candidato à sua sucessão, o Presidente poderá apoiar, de forma explícita ou nem tanto, mais de uma chapa ao Planalto.


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Jota Alcides Tribuna Aldo Paes Barreto Sérgio Oliveira Luiz Roberto Marinho Kleber Sampaio Aldemar Paiva