GAZETILHA
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As regras
para o jogo eleitoral de 2010 estão virtualmente definidas.
Para o bem e para o mal. Aprovada no Senado, a lei eleitoral
deverá passar rápida e incólume pela Câmara.
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O controle
da web é fenômeno visível em sociedades fechadas, por razões
políticas ou religiosas. O mundo oferece vários exemplos.
Mas é muito difícil em sociedades abertas.
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Com isso, teses modernizantes e moralizadoras, como a restrição
aos candidatos ficha suja, mais uma vez ficaram pelo caminho.
O corporativismo parlamentar bloqueou sua aprovação. |
A eleição do presidente Barack Obama, nos Estados Unidos,
foi o primeiro grande case eleitoral da Internet. Essa ferramenta
foi usada de forma intensa e inédita.
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A regulação
de uma nova mídia eleitoral, a Internet, é a grande novidade.
E também aqui se percebe o esforço de controle do evento eleitoral,
seja como propaganda ou debate de teses. |
Em 2010, a web estará na cena político-eleitoral brasileira.
Estima-se que algo como um terço do eleitorado tem acesso a
essa mídia. Há muito ceticismo sobre o seu real controle. |
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Estado
gordo não deixa cair carga tributária
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O último orçamento federal da Era Lula é um rosário de bondades
para inúmeras categorias de servidores e programas prioritários.
Mesmo que não se cogite qualquer influência eleitoral, o que seria
ingenuidade, a despesa pública que o sucessor de Lula vai encontrar
sobre a mesa, no dia 2 de janeiro de 2011, condena a tese da reforma
tributária a ser mero discurso vazio. E qualquer promessa de aliviar
o peso do Estado no bolso do contribuinte, na prática, ficará para
2014.
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EXCLUSIVO
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O presidente Lula, coerente com sua maneira futebolística de fazer
política, ensaia repetir com sua candidata, no pleito de 2010, a
mesma fórmula que o levou à reeleição em 2006. Afinal, ele acredita
que não se mexe em time que está ganhando. Um discurso nacionalista
e estatizante foi testado durante o lançamento do pré-sal.
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