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mais severa, punição maior e multa mais pesada para os que cometem
crimes ambientais no Brasil. São os objetivos do decreto assinado,
nessa semana, pelo presidente Lula instituindo o Programa de
Segurança Ambiental, em cerimônia realizada no Centro de Triagem
de Animais Silvestres, na Floresta Nacional de Brasília, com
a presença do governador em exercício, Paulo Octávio. O Distrito
Federal será a primeira unidade da Federação a assinar convênio
com o Ibama para fiscalização compartilhada, garantiu Paulo
Octávio. Pela nova |
regulamentação, o valor das multas passa a variar de R$ 50 a
R$ 50 milhões para quem for condenado por prática de crime ambiental.
Lula explicou que o decreto funcionará como uma “bordoada para
quem for picareta e achar que pode enganar todo o mundo durante
todo o tempo”. Alertou que é mais vantajoso para o Brasil trazer
europeus para ver as belezas do País do que vender animais da
fauna silvestre. O Governo espera ter agora maior eficácia na
cobrança das multas. Durante os últimos cinco anos, o Ibama
recolheu menos de 1% das multas |
aplicadas no valor de R$ 2,8 bilhões. Satisfeito, depois de
lembrar que o DF é pioneira na preservação ambiental no País,
o vice-governador Paulo Octávio confirmou a presença do presidente
Lula no lançamento da pedra fundamental do Parque Burle Marx,
dia 12 de setembro, aniversário de nascimento do ex-presidente
Juscelino Kubi-tschek. Segundo ele, tudo será feito para que
as obras do novo parque sejam iniciadas nesse dia com a presença
de Lula, que conhecerá, antes, uma maquete do empreendimento.
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Paulo Octávio confirma GDF na defesa ambiental

Lula planta uma árvore na Floresta Nacional
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