| À
multa de R$ 672 mil aplicada pelo Procon-SP à Gol por falta de informação
e assistência aos passageiros na primeira crise aérea, prática comum
também da TAM. Tomara que haja outras. |
| TÃO
RUINS QUANTO OS AEROPORTOS TAMBÉM ESTÃO OS PORTOS. O DE FORTALEZA
É O PIOR DO PAÍS EM ESTRUTURA, SEGUIDO, PELA ORDEM, DOS PORTOS DE
VITÓRIA E SALVADOR, APONTA PESQUISA DO CENTRO DE LOGÍSTICA DA UFRJ.
SURPREENDE A COLOCAÇÃO DO PORTO DE SANTOS, O MAIOR DA AMÉRICA LATINA,
EM QUARTO LUGAR, SOB PROTESTO DA CODESP, QUE ADMINISTRA SANTOS. O
PORTO PAULISTA PASSOU DE 70º LUGAR EM 2000 PARA 39º DO MUNDO EM MOVIMENTAÇÃO
DE CONTAINERS, ANO PASSADO, E RESPONDE POR 26% DE TODAS AS EXPORTAÇÕES
E IMPORTAÇÕES. NO PÓLO OPOSTO, A PESQUISA APONTA COMO MELHOR UM PRIVADO,
O DA PONTA DA MADEIRA, NO MARANHÃO, DA CVRD. |
| Ao delírio da
filósofa Marilena Chaui, que vê “golpe de Estado” na cobertura da
crise aérea pela mídia. É a mesma Chaui que viu o mensalão como criação
da imprensa. Caso de internação? |
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EXCEÇÃO
– Nos muitos depoimentos contraditórios dos dirigentes do setor
aéreo sobre a tragédia de Congonhas, salva-se o de Armando Schneider
Filho, superintendente de Empreendimentos de Engenharia da Infraero,
na CPI do Apagão Aéreo. Foi firme e convincente. Mostrou que entende,
sim, do riscado. Jobim deveria aproveitá-lo.
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MARINHAGEM
Lembrando
João Cabral de Melo Neto: Luminosos cristais/possuis internos/
iguais aos do ar que o verão/usa em setembro. Jogos Frutais é
de seus poucos poemas, digamos, amorosos.
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A tragédia do 3054 fez esquecer a questão crucial dos controladores.
Pois bem: após muito blá-blá-blá, ali nada mudou. Voltaram a controlar
até 14 aeronaves ao mesmo tempo e na terça um avião da TAM e outro
da Gol que iam do Nordeste para o Rio se cruzaram a 100 metros.
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In
Vino
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A Vinícola Miolo dispara nas exportações. Iniciadas em 2003,
com tímidas 48 mil garrafas, as vendas externas da empresa atingiram,
só no primeiro semestre, mais de 230 mil garrafas, extraordinários
257% acima do volume de igual período de 2006. A Miolo vende
para 20 países e o maior mercado são os EUA. O Reserva Merlot
e o Oveja Negra são os carros-chefe.
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Doce
Maçã
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Por falar em exportações: apesar do câmbio ruim, as vendas de
frutas in natura, que atingiram US$ 473 milhões e 800 mil toneladas
em 2006, devem crescer de 10 a 12% em volume e entre 15 e 18%
em valor, prevê o Ibraf, entidade do setor. No país tropical,
a maçã lidera, disparada.
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