Lula e Chávez estão garantindo apoio financeiro, logístico e diplomático
ao maluco Manuel Zelaya, presidente deposto de Honduras porque queria ficar
no poder de qualquer jeito como ditador. |
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CLUBE DE MALUCOS E IRRESPONSÁVEIS |
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Malucos,
agitadores e irresponsáveis. Não apenas o presidente deposto
de Honduras, Manuel Zelaya (foto), como acusou o embaixador
dos EUA, Lewis Anselem, em reunião de emergência da Organização
dos Estados Americanos-OEA, mas, também, os presidentes sulamericanos
que estão contribuindo para o agravamento da crise hondurenha.
Estão assim enquadrados os presidentes do Brasil, Lula da
Silva, e da Venezuela, Hugo Chávez, que têm garantido apoio
financeiro, logístico e diplomático ao ex-presidente de Honduras,
afastado desde o dia 28 de junho por ter desafiado todos os
demais poderes na tentativa de eternizar seu Governo.
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Embora Lula da Silva e Hugo Chávez insistam em que houve em
Honduras um golpe de Estado para justificar suas intervenções
descabidas na onda de instalação de ditaduras socialistas na
América Latina, na verdade, verificou-se uma tentativa de golpe
de Manuel Ze-laya. Apesar da desaprovação da Constituição, do
Congresso, da Suprema Corte, das Forças Armadas e das oposições,
Zelaya, como presidente, manteve sua decisão de fazer uma consulta
popular para reformar a Constituição e, assim, de acordo com
o modelo ditatorial chavista, poder se candidatar a um novo
mandato em 29 de novembro próximo. Financiado pelos petrodólares
de Chávez e com o apoio político de Lula, Zelaya usou a mesma
tática golpista e ditatorial de Chávez para se eterni- |
zar no poder na Vene-zuela. Mas Zelaya, Lula e Chávez foram
surpreendidos pela altivez da pequena e pobre Honduras. No dia
28 de junho,dia em que Zelaya esperava o sucesso do seu golpe,
o Congresso, a Suprema Corte e as Forças Armadas de Honduras
fizeram o que suas instituições correspondentes em outros países
da América Latina vergonhosamente não fazem: tiraram o maluco
Zelaya do poder e o expulsaram do País. São chamados de golpistas,
mas fizeram foi livrar o país de um golpista. Mesmo assim, Lula
e Chávez não se consideraram derrotados e passaram a gerenciar
a maluquice de Zelaya com ações que só podem ser classificadas
de “irresponsabilidade”, como definiu o embaixador norte-americano
Lewis Anselem. Primeiro, Chávez deu todo o |
apoio financeiro e diplomático ao Zelaya foragido e passou a
coordenar todas as providências para volta dele a Honduras e
retomar o poder de qualquer jeito. Zelaya até tentou reentrar
no País mas foi impedido pelo governo substituto chefiado por
Roberto Mi- cheletti. Chávez e Zelaya pediram, então, e conseguiram
o apoio de Lula para outra grande trapalhada. Lula cedeu a embaixada
do Brasil em Tegucigalpa para abrigar Zelaya e ser transformada
em comitê político. Ao invés de se comportar como um silencioso
e comedido hóspede, Zelaya passou a usar a embaixada brasileira
para fazer pressão e obter pressão internacional contra o Governo
de Honduras tendo em vista sua volta ao País. Conseqüência:
decretação do Estado de Sítio, repressão aos veículos de comunicação
que vinham divul- |
gando as mensagens insurgentes de Zelaya e agravamento da crise
interna em Honduras. Pela primeira vez em 200 anos, o Brasil
desrespeitou a lei de soberania dos países. É mais um legado
negativo de Lula, no cenário da diplomacia internacional, agora
seguindo a cartilha do maluco Hugo Chávez que tenta impor uma
revolução bolivariana de ditadura socialista na América Latina.
Mas, Lula, Chávez e Zelaya tem o mesmo discurso: Quando os EUA
se metem nos assuntos internos de qualquer país são imperialistas,
mas quando os três praticam atos de ingerência estão lutando
pela democracia. Além de malucos, três hipócritas que, na verdade,
tentam ser caudilhos autoritários instalados como ditadores
latino-americanos. Vejam só com que más companhias Lula está
metido... Deus salve o Brasil! |
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Ao
ceder a embaixada brasileira em Tegucigalpa para abrigo de Manuel Zelaya,
Lula fez o Brasil romper tradição de 200 anos de respeito às leis de soberania
dos países, mais uma trapalhada em seu legado de Governo. |