GAZETILHA
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Carnaval
mais cedo este ano. Logo após a folia, começará de fato mais
um ano para o brasileiro. Mas o contencioso de problemas à
espera do cidadão é tal, que nem as férias ele respeitou.
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No Rio
de Janeiro surgiu um movimento de boicote ao IPTU. Em Brasília
não são poucos os que se movimentam para procurar apoio no
Ministério Público e pedir um forte debate.
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Os carnês do IPTU, em Brasília, chegaram com surpresas desagradáveis.
Reajustes muito acima da inflação para milhares de contribuintes.
Descobriram-se aumentos de até 600%. |
O fato é que esse exemplo pontual, o do enorme reajuste do
IPTU para muitos contribuintes do DF, ilustra a falta de hábito
entre nós para a promoção de debates e discussões públicas.
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As mudanças
feitas pelo GDF no IPTU, tanto na alíquota quanto na base de
cálculo, chocam ainda mais porque a Câmara Distrital havia autorizado
reajuste máximo de 16,58%. |
No fim, decisões de enorme alcance e impacto são tomadas em
gabinetes fechados, por técnicos que acabam não alcançando a
complexidade da realidade que buscam ordenar. |
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Gangorra
econômica garante stress
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A semana foi um tenso sobe/desce. Mais desce que sobe, na verdade.
E tudo indica que essa será a tônica da economia, ao longo do ano.
A gangorra nas Bolsas, por aqui e mundo afora, provoca o derretimento
de muitos patrimônios, em graus variados. Em particular para os
calouros, que se lançaram no mercado de capitais de olho em gordos
retornos para suas aplicações. Diversificar os investimentos nunca
foi tão importante. Cautela é recomendação em alta também.
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EXCLUSIVO
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Acendeu sinal amarelo, com tendência para vermelho, no painel de
controle oficial que monitora as perspectivas da inflação cabocla.
Aqui, como nos Estados Unidos, acumulam-se sinais de tensões de
preços. As pressões inflacionárias, por ora, estão concentradas
no atacado. Mas daí para atingir o varejo não precisa muito. Em
especial com a expansão da massa consumidora.
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