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das Vozes Livres de Brasília |
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- DF 02/03/2008 |
LÁ E CÁ
Paulistas ficaram desesperançados
sabendo que sua capital atingiu a marca de seis milhões de veículos.
Não há saída para uma cidade que literalmente estourou. E ainda
são obrigados a torcer para que as vendas de carros permaneçam
em alta, mantendo o nível de emprego na indústria. No DF, em
abril, teremos um milhão de veículos. Mas por aqui a engenharia
consegue impedir que venha o caos. Por enquanto...
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A Universidade de Brasília é um supermercado de inteligências.
Nas suas prateleiras, podemos ter resposta hábil para
qualquer
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tema. Mas por que esses cérebros não salvam a própria
UnB? É preciso um rush para mostrar ao Brasil a verdadeira
UnB. Já!
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| FLAGRANTE
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Aqui e nas grandes cidades morre motoqueiro quase todo dia no
trânsito. Quando a gente passa na rua e vê aquele corpo estendido
no chão, fica estragado o nosso dia. Será que no futuro a tecnologia
de trânsito vai evitar essa carnificina? |
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ARTHUR VIRGÍLIO NA SUCESSÃO
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Comparo o tucano Arthur Virgílio com Romário, o artilheiro
dos mil gols meio suspeitos. Em novembro, aqui no Fatorama,
previ que ele se lançaria candidato a presidente da
República, enfrentando os caciques Serra, Aécio e Alckmin
(o PSDB tem candidato demais!) Agora, o político amazonense
criado em Brasília confirmou minha previsão, mas vem
sendo subestimado pelos chamados analistas políticos.
Cuidado, pessoal! Tal como Romário, ele fica dentro
da área (a TV Senado) esperando a bola para fazer gol.
Os outros estão na defesa, sujeitos a denúncias e crises.
AV, não. Faz campanha diariamente. E vai dar trabalho.
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FEITO
MAIS SÉRIO DOS CARTÕES CORPORATIVOS FEDERAIS, USADOS DE FORMA
DESONESTA, NÃO É O PREJUÍZO CAUSADO AOS COFRES PÚBLICOS. O MAIS
GRAVE É VER A JUVENTUDE BRASILEIRA TRATANDO ESSE ASSUNTO COM
DESENCANTADO CINISMO E COMENTANDO, SEM SERIEDADE: “QUERO MAIS
É TER UM CARTÃO, TAMBÉM!” VAMOS LEVAR DÉCADAS PARA DEVOLVER
À GAROTADA O IDEAL DE UM PAÍS SÉRIO E CONSTRUTIVO. |
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- Vi, na sala de espera da Clínica Villas-Boas,
uma foto de 1960, com a Esplanada dos Ministérios dominada pelo
frio (naquela época era comum em Brasília). Carros cobertos de
gelo no início da manhã e o asfalto branco, como se fosse uma
cidade do Canadá. Como mudou a temperatura por aqui!
- Ainda sobre aquecimento global (ou de
Brasília), lembro que breve estaremos entrando na temporada de
frio, sem esperar que o termômetro marque abaixo dos 10 graus.
Em 1975, o Correio Braziliense ostentou a manchete “Brasília zero
grau”, temperatura medida de madrugada. Nunca mais!
- Sou obrigado a falar do Flamengo, que
volta a alegrar o Brasil. Na verdade, o rubro-negro não começou
a reagir quando foi entregue ao comando de Joel Santana. Um pouco
antes, com a chegada de Fábio Luciano, o time ganhou um comandante
na defesa, que Dunga terá de observar bem, para ser justo.
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